Não existe comando, menu nem palavra mágica. Fale do jeito que você falaria com uma pessoa — inclusive com pressa e com erro de digitação. Eu entendo.
É o que você mais vai usar. Mande na hora que acontecer — leva dois segundos e é isso que faz a conta fechar no fim do mês.
Não precisa dizer se é pessoal ou do trabalho. Eu decido pelo contexto. Quando for daquelas que dá para os dois — combustível, celular, internet — eu pergunto uma vez como você quer dividir, e nunca mais pergunto.
Esqueceu de anotar na hora? Diga quando foi: "gastei 90 no mercado sábado", "paguei o IPTU dia 5".
É aqui que anotar vira útil. Pergunte a qualquer momento, do jeito que vier na cabeça.
Quanto mais tempo você usa, melhor a resposta fica — no segundo mês eu já comparo com o anterior e mostro o que mudou. A comparação é sempre de período equivalente: se hoje é dia 8, comparo os 8 primeiros dias dos dois meses, para não fazer o mês passado parecer maior só por estar fechado.
Conta, prazo, remédio, reunião, aniversário. Tudo é lembrete — eu que decido com quanta antecedência te avisar.
Compromisso eu aviso antes. Conta a pagar eu aviso na hora marcada; reunião, consulta ou audiência eu aviso com uma hora de folga, porque você precisa se deslocar.
Quando resolver, me diga. Responda "feito" ao meu aviso que eu dou baixa. Para ver tudo: "o que eu tenho pra fazer?"
A conta que some sem ninguém perceber. Registre na hora que combinar, e eu cuido do resto.
Combinado não é receita. Só entra na sua conta quando o dinheiro cai — por isso eu registro à parte e aviso na véspera, no dia, e de novo se atrasar.
Sem graça de cobrar? Peça que eu escrevo a mensagem pronta, no tom que você quiser, para você só encaminhar.
Nem sempre dá para digitar. Também não precisa.
Áudio. Fale normal, dirigindo, andando. Eu transcrevo e lanço.
Foto. Eu leio o valor e o vencimento do boleto, arquivo, e se fizer sentido já crio o lembrete de pagar.
Erro de digitação não atrapalha. "gatei 20 supermecado" eu entendo igual.
Não, e não vamos pedir isso nunca. Não conectamos sua conta bancária. Você conta, ele anota — e é justamente por isso que funciona: o ato de me contar é o que te faz perceber o gasto. Extrato automático você já ignorava.
Eu fecho o dia com você à noite e mando um resumo da semana no domingo. O que não passou por aqui aparece na hora de conferir, e você lança em uma frase — com a data de quando aconteceu.
Me diga com suas palavras: "apaga aquele lançamento de 80 do mercado" ou "na verdade a gasolina foi do trabalho". Se eu tiver dúvida sobre qual é, eu pergunto antes de mexer.
Seus lançamentos, lembretes e cobranças ficam em banco de dados criptografado, e é o seu número de WhatsApp que dá acesso a eles. As fotos e documentos que você manda ficam em servidor próprio, com acesso restrito.
Para entender o que você escreve e transcrever seus áudios, eu uso a Anthropic e a Groq — pelos termos das duas, dados enviados por API não alimentam treinamento de modelos. Não vendemos nem repassamos suas informações para mais ninguém, e você pode pedir a exclusão de tudo quando quiser.
Cada assinatura vale para um número de WhatsApp — é ele que identifica você e guarda o seu histórico. Se precisar trocar de número, é só falar comigo.